S&P rebaixa nota da Petrobras e de mais 35 empresas e bancos

A agência de classificação de risco Standard & Poor’s rebaixou nesta quarta-feira, 17, a nota de crédito do governo brasileiro de “BB+” para “BB”, com perspectiva negativa, arrastando junto a nota da Petrobras e de outras 35 empresas e bancos.

Em nota, a S&P afirmou que o rebaixamento da nota do governo e o aperto nas condições de crédito pressionam a nota da maior parte das companhias do Brasil.

A nota da Petrobras caiu dois degraus, de “BB” para “B+”. Para recuperar o selo de bom pagador, a estatal precisa, portanto, subir quatro posições. A situação pode piorar ainda mais, pois a perspectiva da classificação da companhia é negativa, o que significa que há chance de a nota ser cortada mais uma vez em um futuro próximo.

A decisão da S&P também afetou a nota principal em moeda estrangeira de estatais como Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Eletrobras e BNDES. Instituições como Bradesco, Itaú Unibanco e Votorantim também foram afetadas.

Entre as empresas rebaixadas na escala global estão Ambev; Ampla Energia e Serviços; Escelsa; Comgás; Eletrobras; Eletropaulo; Globo Comunicação e Participações; Localiza Rent a Car; MRS Logística; Multiplan Empreendimentos Imobiliários; Neoenergia; Odebrecht Engenharia e Construção; Petrobras; Raízen; Grupo RBS; Taesa; Ultrapar; Votorantim S.A.; Votorantim Cimentos.

Entre os bancos rebaixados na escala global estão Caixa Econômica Federal; BNDES; BNDESPar; Banco Safra; Bradesco; Citbank; Itaú Unibanco; BTG Pactual; Banco Santander; Banco do Nordeste; Banco do Brasil; BDMG; Banco Votorantim; HSBC; Banco ABC; Banrisul; Daycoval.

Fonte: Folha de São Paulo

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